Julho: Pausar também é cuidar de si. Vivemos numa cultura que valoriza a produtividade constante. Há sempre mais uma tarefa para concluir, mais um objetivo para alcançar, mais um compromisso para cumprir.
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Muitas vezes, os sinais surgem de forma subtil: uma criança mais isolada, irritável ou insegura, dificuldades em lidar com frustrações, alterações no comportamento, problemas de autoestima ou desafios na adaptação à escola. Em outros casos, acontecimentos marcantes como um divórcio, um processo de luto, mudanças familiares ou o nascimento de...
As crianças não aprendem apenas através do que lhes dizemos. Aprendem, sobretudo, através da forma como observam os adultos a lidar com as próprias emoções.
Nem sempre a ansiedade nas crianças se manifesta através de palavras. Muitas vezes, surge através de comportamentos que podem passar despercebidos ou ser confundidos com "manhas", "timidez" ou fases do crescimento.
"As emoções das crianças também precisam de cuidado." No dia a dia, é comum valorizarmos o desenvolvimento físico e académico das crianças, mas nem sempre damos a mesma atenção ao seu bem-estar emocional.
Tomar uma decisão costuma parecer o momento mais difícil. Mas, muitas vezes, o verdadeiro desafio começa depois.
Por trás desta pergunta, muitas vezes não está falta de capacidade para decidir. Está o peso emocional de tudo aquilo que uma escolha implica deixar para trás.
O luto gestacional, a infertilidade e os desafios emocionais da maternidade continuam, muitas vezes, a ser experiências vividas em silêncio. Entre expectativas, culpa, medo, frustração e pressão social, muitas mulheres e casais sentem-se sozinhos num dos momentos mais vulneráveis das suas vidas.
O impacto da validação externa nas decisões
Quantas vezes já tomou uma decisão pensando primeiro no que os outros iriam achar?
Muitas vezes, o problema não é falta de clareza. É o peso emocional que vem com a decisão.









